A fábrica de brincadeiras

Cor    •    Música    •    Cultura Popular

Sinopse

Cansado da insistente perseguição de Mila, Pedro e Felipe o excêntrico Senhor Bigode permite que eles conheçam a sua fábrica, localizada num lugar que ninguém sabe onde, e acabam embarcando em uma incrível viagem por uma fábrica responsável por produzir as brincadeiras e causos e espalhá-los pelo mundo. Nesse mágico musical, cheio de cores, ritmo e luz, não esqueça de pegar seu guarda-chuva e sonhar.

Encenação e Texto

Wanderson Lana

Música e Sonoplastia

André Gadotti

Elenco

Wanderson Lana, Kiko Sontak, Ana Paula Dorst, Darci Junior, Dionathan Pessoni, Edilene Rodriguez, Néia Lourenço, Rafaela Salomão, Rodsley Gomes, Bruno Queiroz, Paulo da Silva

Gabriela Batista, Camila Wandscheer, Jeisy Sá, Thalia Quintania, Welline Izidre, Hiago Gonçalves, Daniel Whitemore, Marcione Neves, Thairo Meneguetti, André Gadotti

Apresentação

O Musical “A Fábrica de Brincadeiras” faz uma viagem pelas cantigas de rodas e os causos repassados através da oralidade de geração para geração nas cidades garimpeiras de Mato Grosso. Marcada, principalmente, pela imigração nordestina que faziam os migrantes acreditarem estar diante de um novo Eldorado e partissem para trabalhos que lhes custavam horas a fio, deixando para as crianças as brincadeiras no meio da rua, aprendidas não se sabe onde e nem quando.

A partir da pergunta das crianças feitas durante a pesquisa de campo na cidade de Poxoréu: De onde vieram essas brincadeiras? Que surgiu a estrutura do espetáculo que fala de uma fábrica que produz todas as brincadeiras, cantigas e causos contados em todo mundo.

A Fábrica de brincadeiras busca levar às crianças de 2017 pelos meandros das brincadeiras da década de 1990, conversando sobre as diferenças, sem nenhuma tentativa de levantar a bandeiras para uma maneira certa de diversão, nem combater a tecnologia, mas sim, mostrar a potência do diferente, rememorar ao adulto e pôr as crianças diante do que, mesmo antigo, se torna novo.

O espetáculo é dividido em salas: Sala das Bolas para todas as brincadeiras que utilizam bolas; Sala de energia feitas por bambolês e elásticos que mantém a energia da fábrica; Sala de Músicas e Causo onde as cantigas e histórias são entoadas e contadas respectivamente. O figurino é construído por cada ator, cada um com suas referências e vivencias da infância. O cenário e os elementos de cena são realizados com material reutilizado, também construído pelos atores.

Por tratar-se de um musical, o espetáculo tem um trabalho de adaptação das cantigas de roda para construir uma dramaturgia que conecte as crianças nas possibilidades de surgimento das cantigas. Assim, “A Fábrica de Brincadeiras” leva para a cena um dos mais consagrados trabalhos do Teatro Faces, vencedor do Festival Mato-grossense de Teatro de 2009 e do Festival Nacional de Goiânia (Júri Popular), com 20 atores em cena num trabalho de luz e cores que conversa com a infância de forma horizontal e mágica sucesso de público e de crítica que vai encantar crianças, jovens e adultos.

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